POEMAS E TEXTOS QUE GOSTO.

"Este poema eu não poderia deixar de postar aqui, pois retrata exatamente o que nós mulheres de 40 e poucos anos sentimos".


Dos Quinzes aos Sessenta
Dayanna Daize
Senti aos quinze anos que a dança do amor jamais mudaria de planos, seria sempre daquela maneira corriqueira, eu correndo atrás de alguém que não me queria bem Aos vinte entendi que não era exatamente assim.
Alguém poderia também correr atrás de mim, e eu superior na dança do amor fingiria não perceber até o instante que ele resolvesse me esquecer aos vinte e cinco começaram as decepções.
Os términos e as desilusões, as lágrimas infinitas as insônias malditas aos trinta fui apresentada a traição.
E tive que conviver com essa terrível questão.
Nessa mesma ocasião descobri como era ser trocada, esquecida e ignorada.
Aos trinta e cinco procurei com afinco... um novo amor, e que dor... foi tão difícil de achar.
Encontrei almas encantadoras e também destruidoras.
Almas gêmeas e impostoras, mas ninguém ficou comigo terminei no ostracismo.
Agora aos quarenta a gente inventa...
Inventa que é feliz, que tem o amor que sempre quis.
Inventa que se alimenta de paixão, que o coração ainda palpita de emoção.
E talvez aos cinqüenta eu descubra, que aos quinze fui feliz, que aos vinte eu tive o que eu quis, que aos vinte e cinco as noites mal dormidas poderiam ter sido resolvidas.
Que aos trinta a traição foi o melhor ingrediente da emoção, e que nessa época o gostoso foi dar o perdão.
Que aos trinta e cinco buscar um amor não causou assim tanta dor.
É bem verdade que foi com dificuldade mas ainda existia na minha alma uma grande carga de força e vitalidade.
E que agora aos quarenta inventar pode ser gostoso, sonhar, delicioso e esperar, prazeroso... mas enfim quando eu chegar aos cinqüenta, será que vou descobrir finalmente que a solidão assolou meu coração?
Que desde os quinze vivi mergulhada na ilusão?
Como serão os meus sessenta então?
Acho que aos sessenta...
Quem sabe uma nova dança a gente inventa. 


Adoro Voar! 

Já escondi um AMOR com medo de perdê-lo, já perdi um AMOR por escondê-lo.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade... Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali".
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE!
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer:
- E daí? EU ADORO VOAR! 
 
Clarice Lispector 




VOCÊ JÁ SENTIU OU SENTE SAUDADES?
ENTÃO PARE UM POUQUINHO E LEIA ESTA REFLEXÃO.
 VAI TE INUNDAR A ALMA DE LEMBRANÇAS BOAS:


SAUDADE

Você certamente já sentiu saudade, já falou versos ou já cantou músicas que falam de saudade. E talvez já tenha ouvido falar que esta palavra só existe na nossa língua. Nos outros idiomas se diz que se sente falta, mas o nome do sentimento não existe. E é tão difícil explicar o que é saudade... Muitas vezes, sabemos por experiência própria, o que quer dizer uma palavra mas não conseguimos explicar o que ela é. E é interessante parar e refletir sobre o significado que têm pra nós, porque afinal fazem parte do nosso cotidiano. Saudade faz pensar imediatamente em imagens do passado, em pessoas queridas que não estão mais próximas de nós, ou algum momento específico da vida da gente...São recordações que ficaram guardadas com carinho em alguma parte do nosso mundo de dentro, como uma caixinha de recordações. Quando vem a lembrança, vem também, junto, uma série de outras lembranças e sentimentos e pensamentos. Muitas vezes até temos receio de abrir essa caixa, porque não sabemos exatamente o que vai surgir. E se a deixar fluir, a gente tem medo também de não conseguir parar nunca mais. Por exemplo, como será que vai ser lembrar de um momento especialmente emocionante da nossa infância, ou de alguém importante da nossa adolescência que nem temos mais notícia? Ou daquela pessoa que amamos tanto e já não está conosco, ou porque morreu ou porque a vida separou? Por causa desse receio, algumas vezes fechamos a sete chaves essa nossa caixinha mas que, no entanto, é tão preciosa! Lembranças e sentimentos representam o ouro das nossas vidas, porque contam nossa história, nossa vida. Pessoas, fatos, idéias, situações, tudo que vivemos e que foram fazendo de nós o que somos, com um passado, uma trajetória, e vinculações. Mesmo o que não está mais presente ao vivo e a cores, pode estar vivo e colorido no universo de nossas emoções. A vida passa, pessoas se vão, acontecimentos acabam, relações terminam, mas dentro de nós deixam marcas dentro de nós. Assim como deixamos marcas dentro dos outros. Quando se pode sentir saudade é como sentir um perfume suave que traz um pouco de alguém ou alguma coisa. O dicionário diz que saudade é a lembrança nostálgica e ao
mesmo tempo suave, de pessoas ou coisas distantes, acompanhada do desejo de tornar a vê-las ou possuí-las. E diz também que a palavra saudade tem influência da palavra saúde! Quer dizer, sentir saudade é saudável. Só o fato de sentir já mostra que não estamos anestesiados nem robotizados. E especialmente sentir saudade mostra que podemos estar de bem com o passado, lembrar sem medo de sofrer, que podemos suportar a ausência com o conforto do sentimento de bem-querer. Saudade é então um estado de espírito quase sereno, meio triste mas sem explosões. Assim como podemos estar com fome, estar com sede, estamos com saudades. Saudades de alguma coisa que faz falta, mas que é bom de lembrar. Muitas vezes, junto com a saudade vem a percepção de que éramos felizes, de como gostávamos de alguém, de como estávamos satisfeitos com determinada situação! São momentos importantes esses, pois temos a chance de rever e reformular as idéias que tínhamos na época que passou.


Fonte: Rádio Mec


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Listando 217 poesias com a letra A

› A Aranha (Fernando Pessoa)
› A arca de Noé (Vinícius de Moraes)
› A atriz Eugênia Câmara (Castro Alves)
› A avó (Olavo Bilac)
› A bainha do punhal (Castro Alves)
› A Bicicleta (Alexandre ONeill)
› A bomba atômica (Vinícius de Moraes)
› A boneca (Olavo Bilac)
› A borboleta (Olavo Bilac)
› A cachorrinha (Vinícius de Moraes)
› A canção da vida (Mário Quintana)
› A Canção Desesperada (Pablo Neruda)
› A Canção do Africano (Castro Alves)
› A Canoa Fantástica (Castro Alves)
› À capela do Almeida (Castro Alves)
› A casa (Vinícius de Moraes)
› A Central das Frases (Alexandre ONeill)
› A cestinha de costura (Castro Alves)
› A Chuva Desce a Ladeira (Fernando Pessoa)
› A Ciência (Fernando Pessoa)
› A criança (Castro Alves)
› A Criança Que Pensa Em Fadas (Fernando Pessoa)
› A Criança Que Ri na Rua (Fernando Pessoa)
› A Cruz da Estrada (Castro Alves)
› A D. Joana (Castro Alves)
› A Débil (Cesário Verde)
› A Dor (Cruz e Souza)
› A Estrada, Como Uma Senhora (Fernando Pessoa)
› A Eugênia Câmara (Castro Alves)
› A exma. Iaiá Brasília (Castro Alves)
› A Falência do Prazer e do Amor (Fernando Pessoa)
› A festa da natureza (Patativa do Assaré)
› A FLORESTA (Augusto dos Anjos)
› A foca (Vinícius de Moraes)
› A folha (Carlos Drummond de Andrade)
› A FOME E O AMOR (Augusto dos Anjos)
› A Forca (Cesário Verde)
› A galinha-d'angola (Vinícius de Moraes)
› A Grande Esfinge do Egito (Fernando Pessoa)
› A Grande Sede (Cruz e Souza)
› A harpa (Cruz e Souza)
› A História (Gonçalves Dias)
› A legião dos Úrias (Vinícius de Moraes)
› A Lua (dizem os ingleses) (Fernando Pessoa)
› A lucidez perigosa (Clarice Lispector)
› A mãe do cativo (Castro Alves)
› A Mão Posta Sobre a Mesa (Fernando Pessoa)
› A máquina do Tempo (Carlos Drummond de Andrade)
› A Maria Candinha (Castro Alves)
› A MERETRIZ (Augusto dos Anjos)
› À MESA (Augusto dos Anjos)
› A Minha Dor (Florbela Espanca)
› A minha irmã Adelaide (Castro Alves)
› A MINHA PIEDADE (Florbela Espanca)
› A mocidade (Olavo Bilac)
› A Morte (Vinicius de Moraes)
› A Morte (Cruz e Souza)
› A Morte Absoluta (Manuel Bandeira)
› A morte de madrugada (Vinícius de Moraes)
› A morte é que está morta (Mário Quintana)
› A Mulher (Florbela Espanca)
› A mulher de leão (Vinicius de Moraes)
› A mulher que passa (Vinícius de Moraes)
› A NAU (Augusto dos Anjos)
› A NOITE (Augusto dos Anjos)
› A noite na Ilha (Pablo Neruda)
› A NOSSA CASA (Florbela Espanca)
› A OBSESSÃO DO SANGUE (Augusto dos Anjos)
› A órfã na sepultura (Castro Alves)
› A palavra (Carlos Pena Filho)
› A pálida luz da manhã de inverno (Fernando Pessoa)
› A perfeição (Clarice Lispector)
› A Perfeição (Cruz e Souza)
› A pombinha da mata (Cecília Meireles)
› A porta (Vinícius de Moraes)
› A Repartição dos Pães (Clarice Lispector)
› A Rosa (Manuel Bandeira)
› A rosa branca (Thiago de Mello)
› A rosa de Hiroxima (Vinícius de Moraes)
› A rua dos cataventos (Mário Quintana)
› A solidão e o seu desgaste (Carlos Pena Filho)
› A solidão e sua porta (Carlos Pena Filho)
› A Tarde (Castro Alves)
› A Tempestade (Gonçalves Dias)
› A terra dos posseiros de Deus (Patativa do Assaré)
› A triste partida (Patativa do Assaré)
› A tua voz fala amorosa... (Fernando Pessoa)
› A um ausente (Carlos Drummond de Andrade)
› A um coração (Castro Alves)
› A UM EPILÉTICO (Augusto dos Anjos)
› A UM GÉRMEN (Augusto dos Anjos)
› A UM MORIBUNDO (Florbela Espanca)
› A um passarinho (Vinícius de Moraes)
› A um poeta (Olavo Bilac)
› A UMA RAPARIGA (Florbela Espanca)
› A valsa (Casimiro de Abreu)
› A velhice (Olavo Bilac)
› A verdadeira arte de viajar (Mário Quintana)
› A Verdadeira Arte de Viajar (Mário Quintana)
› A vida (Olavo Bilac)
› A Vida (Florbela Espanca)
› A vida verdadeira (Thiago de Mello)
› A violeta (Castro Alves)
› A visão dos mortos (Castro Alves)
› A você, com amor (Vinícius de Moraes)
› A volta da mulher morena (Vinícius de Moraes)
› A VOZ DA TÍLIA (Florbela Espanca)
› Abat-Jour (Fernando Pessoa)
› Abdicação (Fernando Pessoa)
› ABERRAÇÃO (Augusto dos Anjos)
› ABERRAÇÃO (Augusto dos Anjos)
› Abrigo celeste (Cruz e Souza)
› Acima de tudo (Cruz e Souza)
› Aconteceu-me do Alto do Infinito (Fernando Pessoa)
› Adagas Cujas Jóias Velhas Galas (Fernando Pessoa)
› Adeus (Castro Alves)
› Ah! Os relógios (Mário Quintana)
› AH! Querem uma Luz Melhor (Fernando Pessoa)
› Ah, a Esta Alma Que Não Arde (Fernando Pessoa)
› AH, Como Incerta, na Noite em Frente (Fernando Pessoa)
› Ah, Quanta melancolia! (Fernando Pessoa)
› Ah, Quanta Vez, na Hora Suave (Fernando Pessoa)
› Ai de quem ama (Vinícius de Moraes)
› Ai, quem me dera (Vinícius de Moraes)
› Ainda que mal (Carlos Drummond de Andrade)
› Além da Terra, além do Céu (Carlos Drummond de Andrade)
› ALICUTO, pescador; AGRÁRIO, pastor (Luís Vaz de Camões)
› Alma errada (Mário Quintana)
› Alma fatigada (Cruz e Souza)
› Alma mater (Cruz e Souza)
› Alma minha gentil, que te partiste (Luís Vaz de Camões)
› Alma solitária (Cruz e Souza)
› Almas indecisas... (Cruz e Souza)
› ALMENO e AGRÁRIO, pastores (Luís Vaz de Camões)
› Alquimia (Mário Quintana)
› Alucinação (Cruz e Souza)
› ALVORECER (Florbela Espanca)
› Amar (Desconhecido)
› Amar (Carlos Drummond de Andrade)
› AMAR! (Florbela Espanca)
› Amazonas (Pablo Neruda)
› AMBICIOSA (Florbela Espanca)
› Ameaçou Chuva (Fernando Pessoa)
› América (Castro Alves)
› Amiel (Florbela Espanca)
› AMIGO (Alexandre ONeill)
› Amo-te tanto, meu amor... (Vinícius de Moraes)
› Amo-te tanto,meu amor...não cante (Vinicius de Moraes)
› Amor (Desconhecido)
› AMOR (Clarice Lispector)
› Amor Antigo (Carlos Drummond de Andrade)
› Amor Distante (Desconhecido)
› Amor e medo (Casimiro de Abreu)
› Amor é síntese (Mário Quintana)
› Amor é um fogo que arde sem se ver (Luís Vaz de Camões)
› Amor em paz (Vinícius de Moraes)
› Amor que Morre (Florbela Espanca)
› Amor, pois que é palavra essencial (Carlos Drummond de Andrade)
› Amor, quantos caminhos (Pablo Neruda)
› Angela Adonica (Pablo Neruda)
› Anima mea (Cruz e Souza)
› Anjo (Casimiro de Abreu)
› ANSEIO (Augusto dos Anjos)
› Anseios (Florbela Espanca)
› Ansiedade (Cruz e Souza)
› Antífona (Cruz e Souza)
› Antítese (Castro Alves)
› Antologia (Manuel Bandeira)
› Ao coração que sofre (Olavo Bilac)
› Ao longo das janelas mortas (Mário Quintana)
› AO LUAR (Augusto dos Anjos)
› AOS MEUS FILHOS (Augusto dos Anjos)
› Aos olhos dele (Florbela Espanca)
› Aos poetas clássicos (Patativa do Assaré)
› APOCALIPSE (Augusto dos Anjos)
› APÓSTROFE À CARNE (Augusto dos Anjos)
› Aqui está-se sossegado (Fernando Pessoa)
› Aqui onde se espera (Fernando Pessoa)
› Arrojos (Cesário Verde)
› Arte de amar (Manuel Bandeira)
› Arte de amar (Thiago de Mello)
› Árvore verde (Fernando Pessoa)
› ÁRVORES DO ALENTEJO (Florbela Espanca)
› As Artes São Irmãs (Gonçalves Dias)
› As borboletas (Vinícius de Moraes)
› As Coisas (Mário Quintana)
› As dádivas do amantes (Carlos Pena Filho)
› As ensinanças da dúvida (Thiago de Mello)
› As horas pela alameda (Fernando Pessoa)
› As lentas nuvens fazem sono (Fernando Pessoa)
› As minhas Ansiedades (Fernando Pessoa)
› AS MINHAS MÃOS (Florbela Espanca)
› AS MONTANHAS (Augusto dos Anjos)
› As sem-razões do amor (Carlos Drummond de Andrade)
› Asas abertas (Cruz e Souza)
› Áspero amor... (Pablo Neruda)
› Aspiração suprema (Cruz e Souza)
› Assanhamento (Carlos Drummond de Andrade)
› Assim a vida nos afeiçoa (Manuel Bandeira)
› Assim seja! (Cruz e Souza)
› Assim! (Casimiro de Abreu)
› Assovio (Cecília Meireles)
› ATENÇÃO AO SÁBADO (Clarice Lispector)
› Atitude (Cecília Meireles )
› Aurora (Carlos Drummond de Andrade)
› Ausência (Carlos Drummond de Andrade)
› Ausência (Vinícius de Moraes)
› Auto-retrato (Alexandre ONeill)
› Autopsicografia (Fernando Pessoa)


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